
Tinha chegado da Universidade, estava a almoçar em casa dos meus avós paternos, um delicioso prato: cozido á portuguesa em pleno temporal muito ventoso e rajadas de chuva. Apareceu a minha mãe.
Expectante pela resposta do Hospital, aguardei que ela tirasse o casaco e fosse lavar as mãos, e por fim acabasse por se sentar á mesa. Cinco minutos depois, resolvi abrir a cortina da conversa.
“Então, já telefonaste para lá? O que eles disseram?”
“Sim, já, fui simpaticamente atendida pela Dra. Susana, a tua médica.”
“Sim e…?”
“De momento, não deu para eles verem os teus exames porque o Hospital está a passar por dificuldades críticas, tem uma lista de espera com 40 crianças portuguesas á espera de serem implantadas, o problema é o Governo não ter exposto a verba necessária para a compra dos Implantes Cocleares.”
Eis, a questão de toda esta demora!!!
Não há Implantes Cocleares em território nacional! Que infelicidade! È esperar, esperar e esperar que nem seja daqui 1, 2 ou 3 anos!
Expectante pela resposta do Hospital, aguardei que ela tirasse o casaco e fosse lavar as mãos, e por fim acabasse por se sentar á mesa. Cinco minutos depois, resolvi abrir a cortina da conversa.
“Então, já telefonaste para lá? O que eles disseram?”
“Sim, já, fui simpaticamente atendida pela Dra. Susana, a tua médica.”
“Sim e…?”
“De momento, não deu para eles verem os teus exames porque o Hospital está a passar por dificuldades críticas, tem uma lista de espera com 40 crianças portuguesas á espera de serem implantadas, o problema é o Governo não ter exposto a verba necessária para a compra dos Implantes Cocleares.”
Eis, a questão de toda esta demora!!!
Não há Implantes Cocleares em território nacional! Que infelicidade! È esperar, esperar e esperar que nem seja daqui 1, 2 ou 3 anos!
Até um mês Coimbra, vou ligar-te de novo em Junho e Implante Coclear, não vou deixar-te escapar não... tens um grande porte tecnologico capaz de substituir as minhas células ciliadas danificadas e não imagino a vida sem ti.